quinta-feira, 20 de março de 2014

Histórias de Laura



O tempo passou... 
Laura foi ao USA e conquistou o 1º lugar Open Las Vegas.








Laura Lima uma esportista e atleta determinada e uma jovem de muita fé... Assim podemos resumir a apresentação de nossa aluna "Laurinha'.

Muitas vitórias já alcançadas e muitas outras estão por vir...
Laura nos relata o difícil caminho para a realização do seu sonho ... Falta de patrocínio e a sua vontade de representar o Brasil no exterior.

Sempre que participa de algum torneio, Laura  traz para casa uma medalha.
     


  ASSOCIAÇÃO KORYU-KAN DE KARATE – PIUMHI - MG


Meu nome é Laura Lima Ferreira, tenho 12 anos e sou estudante da Escola Estadual Prof. João Menezes e curso o 7º ano.
Sou filha de Limírio Chaves Ferreira e Josefa Lima Ferreira.
Sou atleta da Associação Koryu Kan de Karatê (entidade de utilidade pública municipal e estadual), devidamente credenciada no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Piumhi, onde pratico caratê há 2 anos e sou graduada como faixa laranja.
Meu professor é Ernani Melo.
Em março de 2013 fui vice-campeã internacional de Karatê, na modalidade kata, em minha categoria, no “Open Las Vegas”, USA.
Minha última viagem para o exterior foi custeada através de rifas vendidas de porta em porta, realizando almoço beneficente e alguns patrocinadores.
Busco a colaboração de empresas para o evento internacional de Karatê, que será realizado em abril de 2014, em Las Vegas/USA, atendendo convite que me foi feito através da organização.
Estou me preparando para este evento que será significativo em minha carreira, tanto que já comecei os treinamentos intensivos e também fazendo cursos específicos, em especial, recentemente participei do Seminário Internacional de Karatê, em Jaboticabal/SP, Gashuku de Karatê, em Piumhi, MG e curso de alto rendimento, Belo Horizonte/MG.


VAMOS AJUDÁ-LA A REALIZAR O SEU SONHO?

Laura Lima Ferreira
Contatos:
Josefa (mãe) 37-9981 1699 ou Ernani (Professor) 37-9804 5557

www.koryukan.com.br  (37) 9804 5557 – (37) 9144 0751




quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Eu venci o câncer




Alessandra no término do tratamento 



Tudo começou em 2010, quando descobri um nódulo no seio. Fiz mamografia e apontou um nódulo simples, o médico falou que não precisava tirá-lo. Fiquei tranquila, mas um ano depois,o nódulo estava maior. Fiz outra mamografia e deu novamente cisto simples, nem o ultrassom o acusou. O médico aconselhou-me a tirá-lo em um procedimento considerado simples e que duraria menos de meia hora , só que quando foi tirá-lo, não estava como pensávamos, estava enraizado e o processo durou uma hora e meia, pois ele teve que tirar uma área bem maior do que o esperado. O material foi enviado para a biopsia e veio o resultado de neoplasia.


Partimos para o tratamento; comecei em Passos que é bem perto daqui, fiz vários exames que diagnosticaram arritmia cardíaca, fato que teria que ser revertido antes do tratamento contra o câncer.


A cirurgia já estava marcada para o dia 31 de julho de 2012, a médica já havia analisado o risco cirúrgico e estava tudo certo mesmo com este exame alterado.

Obs: Eu iria retirar toda a mama direita.

Um dia antes da cirurgia, o pastor de minha igreja veio até a minha casa para orarmos, oramos e depois eu disse a ele que estava preparada, que Deus já havia me dado força para fazer "a tal" cirurgia radical , mas que também acreditava muito que se fosse da vontade Dele e se eu não precisasse que Ele iria me tirar até da sala de cirurgia.


E foi o que aconteceu, eu já estava na mesa de cirurgia com soro ligado, pernas enfaixadas, monitorada quando o anestesista chegou, analisou o risco cirúrgico e não concordou com a médica. Solicitou a presença do cardiologista que me avaliou e cancelou a cirurgia. Encaminharam-me para fazer um exame que chama Estudo Eletrofisiológico com Ablação , este exame em laboratório particular ficaria muito caro, em torno de 35.000 e pelo SUS, na minha cidade, não havia cota para aquele ano. Uma amiga querida levou-me para BH e depois de dois meses, conseguimos pelo SUS.


No dia 25/09/12 fiz esta ablação e deu tudo certo já não tenho mais nada no coração, ele está novinho em folha ( rsrsrs ). Só então fui liberada para fazer a cirurgia da mama e resolvi fazer em BH.

No dia 27/11/12 tirei uma pequena parte da mama e da áxila para ver se poderia estar preservando a mama. Deu certo, a biopsia acusava somente na áxila e finalmente no dia 23/01/13 fiz o último esvaziamento de áxila. Comecei a fazer quimioterapia no dia 05/04, a cada 21 dias com as mais fortes e 12 seções mais fracas, depois de finalizadas fiz mais 6 semanas de radioterapia e um novo exame para saber se estava livre do câncer e estava.






Alessandra com seu esposo Nilton e seu filho Brendon


Graças a Deus, hoje estou curada e ótima, me considero uma vencedora!!! Não foi fácil , mas o importante é que tudo deu certo, não senti enjoo com as 'quimios' e nem com as 'rádios', tudo isso devo ao nosso DEUS que é rico em misericórdia para com seus filhos, Ele tem o maior amor, que o mundo não é capaz de entender, creia também e você será mais que vencedor(a) ,não desanime com as lutas que a você vierem, seja forte e tenha sempre o pensamento em Deus, pois assim conseguirá vencer!!!



Alessandra de Paiva Castro

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Entrevista por Camilo Vanucci- Leia é muito interessante...


QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
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A revista Isto é publicou esta entrevista por Camilo Vanucci, gostei e resolvi compartilhar.
O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das Aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – QUEM SÃO OS HERÓIS DE VERDADE?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura.Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados.Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa.Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes.Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.

ISTOÉ — O SR. CITARIA EXEMPLOS?
Shinyashiki — Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia .Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis.Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem.Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”.É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes.O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana.Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata?Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.

ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressão cada vez mais precoces.O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.Aos nove ou dez anos a depressão aparece.A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança.Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas.Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.ISTOÉ – Por quê?Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento.É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência.Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras.Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa.Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora.Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.

ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz ?“Qual é seu defeito?”Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:“Eu mergulho de cabeça na empresa.Preciso aprender a relaxar”.É exatamente o que o Chefe quer escutar.Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido?É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse:” Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”.Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?

ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento.Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS.Há muita gente motivada fazendo besteira.Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado.Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão.Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado.Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia.O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.

ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima.Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa.Antes, o ter conseguia substituir o ser.O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer.As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam.E poucos são humildes para confessar que não sabem.Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim.Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.

ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis.Quem vai salvar o Brasil? O Lula.Quem vai salvar o time? O técnico.Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia:“Quando você quiser entender a essência do serhumano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia.Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.

ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente.A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso.Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudarsuas vidas e se decepcionaram.A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.

ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças.Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente.Há várias coisas que eu queria e não consegui.Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos).Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos.Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse.Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo.O resto foram apostas e erros.Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo.Um amigão me perguntou:” Quem decidiu publicar esse livro?”Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu.Não preciso mentir.

ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.São três fraquezas.A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram.Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno.Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.

ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo.São quatro loucuras da sociedade.A primeira é instituir que todos têm de tersucesso, como se ele não tivesse significados individuais.A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder.O resultado é esse consumismo absurdo.Por fim, a quarta loucura:Você tem de fazer as coisas do jeito certo.Jeito certo não existe!Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.Quando era recém-formado em São Paulo,trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.A maior parte pega o médico pela camisa e diz:“Doutor, não me deixe morrer.Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida .

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Fé e superação!





Aguinaldo, nosso aluno, todo feliz ao lado de sua mãe! 

Sua história foi a nossa escolhida Aguinaldo, pois você nos mostrou sua fé, confiança e não deixou de cumprir com responsabilidade seus compromissos. Você , juntamente com seus familiares, foi exemplo também de superação.



Aguinaldo, sua mãe Lucediva,  Isadora, Ana Júlia, Maria Eduarda e Iasmin


Meu nome é Lucediva Marques Araújo, sou casada com Aguinaldo Araújo , tenho três filhos, Sâmara, Sabrina e Aguinaldo.

No dia 1º de março de 2013, um grave acidente de carro aconteceu e eu fui uma das vítimas. O acidente foi na rodovia MG 050 indo de Piumhi para Belo Horizonte, só assimilei à gravidade após ser internada e ao ficar sabendo que perderia uma de minhas pernas.

Fiquei três meses internada em um hospital em Belo Horizonte e longe de meus filhos, foi muito sofrido todo aquele tempo, pois nunca havia me separado deles e minha saúde estava muito frágil. Os profissionais do hospital trataram-me muito bem e Graças a Deus tive alta e voltei para minha casa.

Era a hora de adaptar-me, todos os familiares e amigos estavam presentes, cada um ajudando de seu jeito. Passei por um período de adaptação e hoje eu já consigo ajudar na arrumação da casa.
Aprendi com o tempo e através da fé em Deus a tirar do meu coração a mágoa, a revolta que sentia. Deus preparou meu encontro com o motorista, justamente dentro de uma igreja. Esse encontro apesar de difícil, contribuiu para a mudança de meus sentimentos, pude perceber que mágoas e revolta não ajudam em nada, sei que não é fácil, mas estou superando. Espero que em 2014 eu possa colocar uma prótese e se Deus quiser voltar a andar.

Cheguei até aqui e com certeza a fé me ajudará a chegar mais além.
Para superar as dificuldades é necessário aumentar cada vez mais a nossa fé em Deus e acreditar que tudo é possível.

Reconheço o sofrimento de todos os envolvidos nesse acidente, as perdas, mas o tempo nos ajudará a superar.


Aguinaldo e sua mãe Lucediva e seus amigos Higor,Cleyton, Thiago, Davi e Jean.
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Desejamos um ano de 2014 cheio de  alegrias para o  Aguinaldo e toda a sua família.
                 Seus amigos da Escola Estadual Professor João Menezes

sábado, 23 de novembro de 2013

Acredite! Você pode! 


"Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança."



PROCURAM-SE HERÓIS DE VERDADE



Procuram-se pessoas que saibam...

...ser é mais que parecer

...amar não é só um sentimento, e sim um jeito de tratar a pessoa amada.

...quando um dos dois perde, todos perdem juntos.

...é melhor uma derrota honesta do que uma vitória sem escrúpulos.

...pedir desculpas engrandece a alma.

E que sejam capazes de ...

...chorar de saudade.

...vibrar com uma noite estrelada.

...aprender com o sorriso da criança.

...falar de Deus com alegria no coração.

Procuram-se pessoas simples, com olhar sincero e coração grande.

HERÓIS DE VERDADE...

O tipo de gente que não precisa de aplauso para ter uma noite de sono em paz!